Georgina Rodrigues, uma azinhalense com poesia no coração

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Georgina Rodrigues nasceu no Azinhal há 90 anos (precisamente no final de 1923) e no Azinhal cresceu, frequentou e concluiu o ensino primário com distinção e fez-se mulher.
Órfã de mãe e pai ainda na tenra infância, foi criada por duas tias solteiras, com quem aprendeu as artes do campo, da costura e das rendas.
Casou aos 21 anos com Emílio Xavier (de quem teve 3 filhos) e com ele viveu no Azinhal, em Lisboa, em Odemira e em Faro.
Foi na capital algarvia que faleceu em 2008, tendo sido sepultada no Azinhal.
Muito inteligente e exímia artista na confeção de rendas de bilros, deixou obras suas em todos os locais onde viveu.
Pessoa sincera, bondosa e trabalhadora, dedicou a sua vida à família, em detrimento do sonho de ser professora, que teve enquanto foi criança.
O seu gosto pelas letras consubstanciou-se no prazer da leitura, na recitação de cancioneiro e na escrita de muitos poemas que deixou sem publicar.
Recatada e pouco extrovertida, Georgina Rodrigues realizava-se como esposa e mãe e no cuidado que dedicava às suas muitas plantas.

Uma resposta to “Georgina Rodrigues, uma azinhalense com poesia no coração”

  1. Susana X. Says:

    Um miminho para a avó que tanto carinho me deu.
    Na memória ficam bons momentos: os passeios na baixa, os garotos no café Aliança, as tardes a fazer malha e crochet, a energia … Valores como o respeito, bondade, bravura de quem tinha medo de quase nada e a boa educação ficam guardados no quentinho do meu coração.

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