Emílio Xavier, um azinhalense condecorado

OLYMPUS DIGITAL CAMERA

Emílio Xavier nasceu no Azinhal há 90 anos (em 1923) e foi no Azinhal que cresceu, frequentou e concluiu o ensino primário e se fez homem.
Depois de ter começado ainda jovem a trabalhar na agricultura, cumpriu o serviço militar em 1943/46 e concorreu à GNR onde se manteve em Cavalaria de 1946 até 1979, exercendo sucessivamente funções em Lisboa, Odemira e Faro.
Na sua carreira paramilitar, foi condecorado 4 vezes:
Medalha militar de cobre de comportamento exemplar, em 1949;
Medalha de assiduidade de segurança militar, em 1956;
Medalha militar de prata de comportamento exemplar, em 1961;
Medalha militar de ouro de comportamento exemplar, em 1977.
Sem deixar de ter residência oficial em Faro desde 1957, ocupou muitos dos seus dias no Azinhal a partir de 1979, fruindo a essência da vida campestre, arborizando as suas propriedades rústicas e criando amigos na aldeia.
Homem pacífico, sereno e conciliador, Emílio Xavier faleceu em Faro no ano 2000, deixando expressa a sua vontade de ser sepultado no Azinhal.
Grande divulgador de valores ancestrais e da história (e das estórias) do Azinhal, Emílio Xavier é ainda hoje recordado por muitos azinhalenses.

3 Respostas to “Emílio Xavier, um azinhalense condecorado”

  1. Susana X. Says:

    O meu avô. Um exemplo de tranquilidade e de força que guardarei sempre em mim.

  2. Lurdes X Says:

    Filho de: Maria Rita Silvestre Xavier
    “Aos dezanove dias do mez de março do anno de mil oito centos noventa e quatro, nesta Igreja Parochial do Divino Espirito Santo do Azinhal, concelho de Castro marim, Diocese do Algarve, baptizei sobre nome corrente um individuo do sexo feminino a quem dei o nome de Maria, e que nasceu nesta freguesia à uma hora da noite do dia dez do corrente mez e anno supra: filha legitima, primeira de nome e do primeiro matrimonio de João Silvestre, natural d`esta freguesia e de Rita Maria, natural de Santa Maria do Castillo de Tavira, recebida nesta freguesia sendo ambos parochianos moradores na rua do Jogo da Bola, trabalhadores: neto paterno de Silvestre Affonso e Anna Maria e materno de Francisco Guerreiro e Brites Maria. Foi padrinho José Vaz Albino da Roza, solteiro residente em casa de seus pais e madrinha Maria Josepha também solteira, empregada no serviço domestico e ambos residentes nesta aldeia, os quais todos sei serem os próprios. E para constar lavrei em duplicado este assento que depois de ser lido e conferido perante os padrinhos, comigo assinaram. Era est supra Padrinhos. José Vaz Albino da Roza. Maria Jozepha. O Parocho encomenta Manuel Francisco da Costa.”
    Também ela uma filha do Azinhal.
    PS: Perdoem se a transcrição tiver algum lapso, pois o original está pouco legível.

    • Sérgio Rosa Says:

      Bom dia Lurdes, no seguimento de pesquisas genealógicas deparei-me com o local de falecimento de uma minha 5ª avó Brites Maria que corresponde á avó materna no assento que transcreve, o que me levou a este forúm. Pelo que vejo existe uma correspondencia directa com os ascendentes do meu avô materno que é filho de João Silvestre CC Mariana da Conceição e neto de outro João Silvestre CC com Rita Maria. Gostaria muito de entrar em contacto consigo, pelo que lhe solicito que me contacte. Obrigado e bom fim-de-semana,
      Sérgio Rosa

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s


%d bloggers like this: