O Azinhal medieval

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Os almocreves que atravessavam a Serra do Caldeirão durante a Idade Média levavam mais qualidade de vida ao Azinhal, mas não eram essenciais para a população.

O Azinhal era praticamente auto sustentável, tanto pela economia familiar então praticada, como pela rede de ofícios auto regulada.

A economia de subsistência baseava-se na horticultura e na exploração de courelas e hortejos em que pontificavam cereais, amendoeiras, oliveiras, figueiras e alfarrobeiras que permitiam a venda de excedentes das colheitas, para o orçamento familiar;

Acrescentava-se a criação de aves e de gado suíno, ovino e caprino;

Por outro lado, a aldeia dispunha de alfaiate, sapateiro, ferreiro, carpinteiro, pedreiros, barbeiros, cesteiros, albardeiros, fiandeiras, tecedeiras e costureiras, por exemplo.

O modus vivendi acima descrito era animado por ocasião da realização de feiras, mercados e festividades e com idas esporádicas à vila de Castro Marim…

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